Jesus, a nossa Páscoa!

A Páscoa é uma mensagem de amor vinda diretamente do coração de Deus para cada um de nós.

Há muito tempo atrás, quando os filhos de Israel viviam debaixo de opressão sob a mão dos egípcios, Deus preparou um caminho para a libertação deles. Faraó mantinha Israel debaixo de terrível jugo porque se aproveitava de seu trabalho escravo, o que acontecia já pelo espaço de quatrocentos e trinta anos. Mas houve um momento em que Deus disse: Basta!

Por meio da liderança de Moisés as ordens começaram a ser dadas. Em certa noite um anjo passaria por todo o Egito à meia-noite. Toda casa em cujos umbrais não houvesse um sinal de sangue, o anjo entraria e mataria o primogênito (primeiro filho) daquela família. Mas no lugar onde houvesse o sinal do sangue haveria livramento.

Para que o sangue fosse obtido era necessário que um cordeiro morresse. Ele padeceria em lugar do primogênito. Todas as famílias de Israel que acreditaram na mensagem divina fizeram conforme a direção recebida. Separaram um cordeiro macho, sem defeito. Comeram da sua carne e aplicaram seu sangue nas vergas e umbrais das portas das casas em que habitavam. Ao passar o anjo e ao avistar o sinal do sangue, “passava por cima” das casas e não feria a ninguém. Daí a origem da palavra Páscoa, do hebraico Pesach, que significa “Passagem”. A passagem por cima das casas poupando da morte o primogênito só foi possível por causa do sangue do cordeiro derramado e aplicado em lugar visível. Naquela mesma noite Israel saiu do Egito com tudo o que lhe pertencia, em direção à Terra Prometida, lugar onde se estabeleceria depois de alguns anos.

A partir desse evento, todos os anos a nação era lembrada do fato de que através da morte de um cordeiro houve livramento para todos. Um cordeiro morreu em lugar do homem.

Mas o animal que morria pelos outros era apenas uma figura do verdadeiro Cordeiro que um dia havia de se entregar em favor de toda a humanidade. Estamos falando de Jesus. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo – João 1:29.

Há dois mil anos que Ele se ofereceu a Si mesmo para nos resgatar dos nossos pecados e nos trazer livramento. Assim como o cordeiro da páscoa morria pelo primogênito, assim Cristo tomou o nosso lugar na cruz. Hoje o seu sangue é aplicado não mais nas vergas e umbrais de uma casa física e terrena, mas sim no nosso coração.

A grande boa notícia é que Cristo ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia e dessa forma venceu o pecado, a doença, a dor e a própria morte.

Cristo ressuscitou ao terceiro dia e através desse grande milagre, todos os que estavam tristes e desesperados com a sua partida, puderam se regozijar novamente.

E aqui estamos nós, nesta manhã da ressurreição, felizes porque o nosso Amado Senhor Jesus está vivo e pronto para interceder em nosso favor sempre que precisarmos.

O meu desejo é que hoje você possa ver seus sonhos ressurgindo dentre os escombros. Mais do que isso: veja Cristo mesmo ressurreto em seu coração. Não o Cristo dos livros ou dos crucifixos nos templos – mas o Cristo verdadeiro e real. Aquele que quer fazer parte da sua vida de forma íntima e pessoal.

Textos bíblicos: Êxodo 12:1-14; Êxodo 12:21-28; Marcos 15:22-39; João 1:29; João 20:1-18; 1 Coríntios 5:7-8

 

Texto: Pr. Wilson Maia – Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo (Insejec)

Ao mestre, com amor

Uma das figuras mais presentes nas nossas vidas, especialmente nas fases de criança, adolescente e jovem, é o professor. Primeiro ele aparece na forma de “tia”. A “tia” nos acompanha do maternal até o final do que hoje em dia chamam de primeira fase do ensino fundamental (ou 4ª série, como se dizia na minha época). Depois os professores entram em cena exigindo que os chamemos assim: “professor”. E tem professor de tudo quanto é jeito. Professor de português, professor de matemática, de história, de geografia. Tem o professor da natação, o do futsal. Tem também o da escola bíblica. Tem o do curso de inglês, o do cursinho pré-vestibular. Até que aparecem os da faculdade. Tem aqueles que são mestres outros que são doutores e até os que são PhD.

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Ele Escolheu os Cravos

Este post inaugura uma nova categoria aqui no meu blog que se chama “eu li”. Aqui eu vou escrever breves resenhas sobre livros que eu li. Não apenas dos livros bons que eu indicaria, mas de todos. Até porque eu posso achar um livro ruim e você amar o mesmo. Acontece.

E para essa inauguração o livro escolhido foi “Ele Escolheu os Cravos”, de Max Lucado, que eu  li em março deste ano.

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Reinauguração

Durante muito tempo eu tive vontade de criar um blog, principalmente depois que eu comecei a cursar jornalismo em 2007. Eu queria um espaço onde eu pudesse escrever sobre tudo aquilo que me cerca. Mas só no dia 17 de janeiro de 2008 é que eu tomei a iniciativa de criar uma conta aqui no wordpress. Naquele dia eu estabeleci um propósito para o blog: não ser apenas uma fonte de informação para o leitor, mas também uma fonte de bênção. Mas não me empolguei e parei de postar naquele mesmo dia. Mais de um ano depois, em 23 de abril de 2009, eu voltei a postar no blog. Dei novamente as boas vindas aos visitantes e segui postando até 29 de julho de 2009.

De lá para cá foram quatorze meses e treze dias em sem publicar nada por aqui. Exatos 441 dias. Porém, sempre existiu um desejo de retomá-lo. Mas eu não queria que fosse de qualquer maneira. Eu queria uma grande “reinauguração”, com um novo layout, novas categorias… tudo novo. Mas como nada disso vinha, os dias foram passando e blog continuava parado.

Até que hoje eu resolvi voltar a postar sem nada disso. Decidi que as mudanças virão paulatinamente. Até porque o mais importante num blog não é o seu visual, mas sim o seu conteúdo.

Mas posso adiantar que novas categorias virão por aí e que o nome de outras que já existiam foram mudados. A “Jornalístico” agora se chama “é notícia”; a “Cristão” agora é “mundo cristão”. Entre as novas categorias estão “devocional”, na qual eu vou postar minhas meditações sobre Bíblia; em “eu li”, vou comentar sobre livros que eu li ou estou lendo; “now playing” vai tocar as músicas que eu estiver ouvindo no momento. E continuam valendo as categorias “tá na net” e “mr. ziliani”.

Então, fica aqui o convite para você voltar nos próximos dias e acompanhar os novos posts do Mr. Ziliani. Se é a primeira vez que você está por aqui fique à vontade para ler os posts antigos. Que Yahweh te abençoe!

O Amor

O Amor“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado se não tiver amor, nada disso me valerá. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.”

1 Coríntios 13. Simplesmente lindo.

#forasarney (vídeo)

Já tem algum tempo que está rolando uma manifestação pública pela saída do Senador José Sarney da presidência do Senado. Depois de sucessivos escandalos envolvendo o nome do senador, os integrantes do programa CQC, da Band, lançaram na rede microblogs twitter a campanha #forasarney. O apelo era para que os que fossem favoráveis a saída do senador da presidencia da Casa escrevessem #forasarney em seus twits. A adesão foi gigantesca. A hashtag #forasarney chegou a ser umas das mais postadas no twitter. A partir daí foram organizadas passeatas e manifestações contra José Sarney e sua conduta política em todo Brasil. Muitos famosos aderiram à campanha. Alguns adeptos chegaram a criar até um site [http://www.forasarney.com/] para fortalecê-la. Também são inúmeros os blogueiros que escreveram textos apoiando a iniciativa.

Até eu quiz escrever algo por aqui, mas por um motivo e outro acabei não escrevendo nada. Há algumas semanas foi criado um vídeo satirizando esses escandalos do senado. Assim que o vi, tive vontade de postá-lo aqui, mas só agora separei um tempinho para fazê-lo. Assistam, é muito engraçado.

#forasarney

Gilmar, jornalizmo e cosinha

Hoje recebi em um dos meus emeius um linque para mais um testo sobre a questão do piproma. Mais o que me chamou mas a atenssão foi a imajem qui acompanhava o testo. E, ainda imdiguinado com a dessizão do STF sobre o diproma de jornalizmo, rezolvi postar a xarje aqui no meu brogui. E tombém iscrever esse testo todo zuado só pra mostrar como poderam ser alguns dos jornalistas no futuro. gilmar cozinheiro

Ah! Como não sei quem é o autor da charge, darei os créditos ao blog AS CRÔNICAS DO JOÃO [ http://www.ascronicasdojoao.blogspot.com/ ]. Foi nele que eu vi a imagem. Lá também tem um texto interessante sobre o assunto.

A Cabana

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A propaganda foi grande. Muita gente já tinha me falado e falado bem do livro A Cabana, de William P. Young. Era incrível o entusiasmo com que todos os que tinham lido o livro falavam a seu respeito. Sempre que eu passava na seção de livros dos grandes supermercados, lá estava ele. Não muito caro, cerca de 20 reais, capa bonita, uma velha cabana, e aquelas letrinhas não muito grandes em dourado que diziam “Primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times” e uma enorme vontade de lê-lo. Mas nunca comprava. Até que no último dia 8, meu aniversário, eu o ganhei de um amigo. Fazer o que, então? Ler logo!!!

A Cabana conta a história de um homem, Mackenzie Allen Phillips, ou simplesmente Mack, que perdeu a sua fé em Deus. Não que o Mack seja um cara mau, não é isso. Mas é que ele passou por muita coisa na vida e essas coisas acabaram o afastando de Deus. Mas Papai, ops… Deus o amou tanto que o chamou para um surpreendente encontro.

acabana_capaSem dúvidas A Cabana foi o melhor livro que li esse ano. Através da história de Mack e seu encontro com Deus pude compreender melhor o quanto Deus me ama e de que modo ele faz isso. Pude perceber que ele está aqui, ali, em todo lugar, só me esperando, nos esperando para termos o mais incrível relacionamento que alguém pode ter. Porque ele em si é um relacionamento. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são um relacionamento perfeito e Ele, ou Eles, nos chama a fazer parte desse relacionamento. Mas como? Só lendo A Cabana para saber!

William P. Young, magistralmente, conduz as linhas dessa ficção de forma a nos envolver na história de Mack. É incrível como a todo o momento nos vemos na pele de Mack. Nos seus dilemas, nas suas dúvidas, nas suas opiniões. Creio que todos nós, pelo menos alguma vez na vida, já nos perguntamos: “se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?” ou então “por que Deus permite que coisas más aconteçam a pessoas boas?”. Nesse livro Young consegue responder mais perguntas sobre Deus do que em muitos livros de teologia cristã. E sabe o que é melhor? De maneira fácil e agradável, como um simples diálogo entre amigos.

Então, caro leitor, o encorajo a ler A Cabana o mais rápido possível. Corra até a livraria mais próxima e adquira esse livro que vai marcar a sua história e o seu relacionamento com Deus. E acredite: se não fosse tão bom assim, eu não perderia o meu tempo escrevendo esse texto.

Ah, só pra você sentir o gostinho eu separei essa frase do livro, olha só isso que Deus fala: “— Você não experimenta uma forte sensação de liberdade ao saber que não pode nos oferecer nada [a Deus], pelo menos nada capaz de acrescentar ou diminuir o que somos?”

Missyproject

Esse post faz parte do Projeto Missy, que tem como objetivo divulgar o livro A Cabana e fazer com que o maior número pessoas possam lê-lo, e, a partir daí, tenham seus relacionamentos com Deus verdadeiramente impactados.

Em Defesa do Diploma

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No dia 17 de junho de 2009 os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) revogaram o Decreto que regulamentava a profissão de jornalista e estabelecia como prerrogativa para o exercício da profissão o diploma de formação superior em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Foram 8 votos a contra a exigência do diploma e apenas 1 a favor.

Foi um retrocesso total. Revogaram uma conquista de mais de 40 anos. A decisão colocou em risco a qualidade do jornalismo exercido no país, a regulamentação de outras profissões, os direitos adquiridos pelos jornalistas ao longo da história, a existência das escolas de comunicação espalhadas pelo país e quem sabe até causou um desinteresse pela profissão, o que veremos nos números dos vestibulares para os cursos de jornalismo daqui para frente.

Os ministros do STF demonstraram não saber o é Jornalismo, passando aos donos dos meios de comunicação a função de definir quem é e quem não é jornalista. Mas, ainda mais revoltante do que a decisão em si, foram os argumentos utilizados pelos ministros para justificarem seus votos. Houve ministro que defendeu em seu voto que o jornalismo não se caracteriza como uma atividade que exige qualificação técnica, jogando pelo ralo o trabalho realizado nas escolas de comunicação.

O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, chegou a comparar os jornalistas com os cozinheiros. Uma tremenda falta de respeito com ambas as profissões, que exigem sim muita qualificação. Prova disso são os excelentes cursos de jornalismo que temos no país e também os cursos de gastronomia. Outro equívoco cometido pelos ministros do STF foi confundir liberdades de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma profissão, que, tal qual outras no ocidente, evoluíram e passaram a exigir qualificação técnica e ética para o seu exercício. Qualificação essa adquirida nas bancas universitárias.

Disseram que o diploma não era necessário porque grandes literários, como Carlos Drumond de Andrade, eram jornalistas sem formação. Mas esqueceram que nenhuma profissão exigiu diploma no início. Os primeiros advogados não tinham diploma, nem os primeiros médicos, nem os primeiros engenheiros. Mas todas as profissões evoluíram. E querem que a profissão de jornalista retroceda. Um absurdo!

Então eu, como estudante de jornalismo, deixo clara minha posição a favor da exigência do diploma de nível superior para a o exercício do jornalismo. E manifesto apoio às iniciativas e mobilizações pacíficas feitas até agora pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e sindicatos de jornalistas espalhados pelo Brasil. E também aos deputados que têm se disposto a criar uma nova Lei que regulamente novamente a profissão de jornalista.

Aproveito para divulgar a Manifestação Estudantil a Favor do Diploma de Jornalismo, que será realizada no dia 1º de julho de 2009 (quarta-feira), às 14 horas, em frente ao Bar do Choop no Centro de Maceió.

Jornalista, só com diploma

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