O Amor“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado se não tiver amor, nada disso me valerá. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino. Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.”

1 Coríntios 13. Simplesmente lindo.

Já tem algum tempo que está rolando uma manifestação pública pela saída do Senador José Sarney da presidência do Senado. Depois de sucessivos escandalos envolvendo o nome do senador, os integrantes do programa CQC, da Band, lançaram na rede microblogs twitter a campanha #forasarney. O apelo era para que os que fossem favoráveis a saída do senador da presidencia da Casa escrevessem #forasarney em seus twits. A adesão foi gigantesca. A hashtag #forasarney chegou a ser umas das mais postadas no twitter. A partir daí foram organizadas passeatas e manifestações contra José Sarney e sua conduta política em todo Brasil. Muitos famosos aderiram à campanha. Alguns adeptos chegaram a criar até um site [http://www.forasarney.com/] para fortalecê-la. Também são inúmeros os blogueiros que escreveram textos apoiando a iniciativa.

Até eu quiz escrever algo por aqui, mas por um motivo e outro acabei não escrevendo nada. Há algumas semanas foi criado um vídeo satirizando esses escandalos do senado. Assim que o vi, tive vontade de postá-lo aqui, mas só agora separei um tempinho para fazê-lo. Assistam, é muito engraçado.

#forasarney

Hoje recebi em um dos meus emeius um linque para mais um testo sobre a questão do piproma. Mais o que me chamou mas a atenssão foi a imajem qui acompanhava o testo. E, ainda imdiguinado com a dessizão do STF sobre o diproma de jornalizmo, rezolvi postar a xarje aqui no meu brogui. E tombém iscrever esse testo todo zuado só pra mostrar como poderam ser alguns dos jornalistas no futuro. gilmar cozinheiro

Ah! Como não sei quem é o autor da charge, darei os créditos ao blog AS CRÔNICAS DO JOÃO [ http://www.ascronicasdojoao.blogspot.com/ ]. Foi nele que eu vi a imagem. Lá também tem um texto interessante sobre o assunto.

http://img196.imageshack.us/img196/1991/acabanal.jpg

A propaganda foi grande. Muita gente já tinha me falado e falado bem do livro A Cabana, de William P. Young. Era incrível o entusiasmo com que todos os que tinham lido o livro falavam a seu respeito. Sempre que eu passava na seção de livros dos grandes supermercados, lá estava ele. Não muito caro, cerca de 20 reais, capa bonita, uma velha cabana, e aquelas letrinhas não muito grandes em dourado que diziam “Primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times” e uma enorme vontade de lê-lo. Mas nunca comprava. Até que no último dia 8, meu aniversário, eu o ganhei de um amigo. Fazer o que, então? Ler logo!!!

A Cabana conta a história de um homem, Mackenzie Allen Phillips, ou simplesmente Mack, que perdeu a sua fé em Deus. Não que o Mack seja um cara mau, não é isso. Mas é que ele passou por muita coisa na vida e essas coisas acabaram o afastando de Deus. Mas Papai, ops… Deus o amou tanto que o chamou para um surpreendente encontro.

acabana_capaSem dúvidas A Cabana foi o melhor livro que li esse ano. Através da história de Mack e seu encontro com Deus pude compreender melhor o quanto Deus me ama e de que modo ele faz isso. Pude perceber que ele está aqui, ali, em todo lugar, só me esperando, nos esperando para termos o mais incrível relacionamento que alguém pode ter. Porque ele em si é um relacionamento. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são um relacionamento perfeito e Ele, ou Eles, nos chama a fazer parte desse relacionamento. Mas como? Só lendo A Cabana para saber!

William P. Young, magistralmente, conduz as linhas dessa ficção de forma a nos envolver na história de Mack. É incrível como a todo o momento nos vemos na pele de Mack. Nos seus dilemas, nas suas dúvidas, nas suas opiniões. Creio que todos nós, pelo menos alguma vez na vida, já nos perguntamos: “se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?” ou então “por que Deus permite que coisas más aconteçam a pessoas boas?”. Nesse livro Young consegue responder mais perguntas sobre Deus do que em muitos livros de teologia cristã. E sabe o que é melhor? De maneira fácil e agradável, como um simples diálogo entre amigos.

Então, caro leitor, o encorajo a ler A Cabana o mais rápido possível. Corra até a livraria mais próxima e adquira esse livro que vai marcar a sua história e o seu relacionamento com Deus. E acredite: se não fosse tão bom assim, eu não perderia o meu tempo escrevendo esse texto.

Ah, só pra você sentir o gostinho eu separei essa frase do livro, olha só isso que Deus fala: “— Você não experimenta uma forte sensação de liberdade ao saber que não pode nos oferecer nada [a Deus], pelo menos nada capaz de acrescentar ou diminuir o que somos?”

Missyproject

Esse post faz parte do Projeto Missy, que tem como objetivo divulgar o livro A Cabana e fazer com que o maior número pessoas possam lê-lo, e, a partir daí, tenham seus relacionamentos com Deus verdadeiramente impactados.

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No dia 17 de junho de 2009 os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) revogaram o Decreto que regulamentava a profissão de jornalista e estabelecia como prerrogativa para o exercício da profissão o diploma de formação superior em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Foram 8 votos a contra a exigência do diploma e apenas 1 a favor.

Foi um retrocesso total. Revogaram uma conquista de mais de 40 anos. A decisão colocou em risco a qualidade do jornalismo exercido no país, a regulamentação de outras profissões, os direitos adquiridos pelos jornalistas ao longo da história, a existência das escolas de comunicação espalhadas pelo país e quem sabe até causou um desinteresse pela profissão, o que veremos nos números dos vestibulares para os cursos de jornalismo daqui para frente.

Os ministros do STF demonstraram não saber o é Jornalismo, passando aos donos dos meios de comunicação a função de definir quem é e quem não é jornalista. Mas, ainda mais revoltante do que a decisão em si, foram os argumentos utilizados pelos ministros para justificarem seus votos. Houve ministro que defendeu em seu voto que o jornalismo não se caracteriza como uma atividade que exige qualificação técnica, jogando pelo ralo o trabalho realizado nas escolas de comunicação.

O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, chegou a comparar os jornalistas com os cozinheiros. Uma tremenda falta de respeito com ambas as profissões, que exigem sim muita qualificação. Prova disso são os excelentes cursos de jornalismo que temos no país e também os cursos de gastronomia. Outro equívoco cometido pelos ministros do STF foi confundir liberdades de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma profissão, que, tal qual outras no ocidente, evoluíram e passaram a exigir qualificação técnica e ética para o seu exercício. Qualificação essa adquirida nas bancas universitárias.

Disseram que o diploma não era necessário porque grandes literários, como Carlos Drumond de Andrade, eram jornalistas sem formação. Mas esqueceram que nenhuma profissão exigiu diploma no início. Os primeiros advogados não tinham diploma, nem os primeiros médicos, nem os primeiros engenheiros. Mas todas as profissões evoluíram. E querem que a profissão de jornalista retroceda. Um absurdo!

Então eu, como estudante de jornalismo, deixo clara minha posição a favor da exigência do diploma de nível superior para a o exercício do jornalismo. E manifesto apoio às iniciativas e mobilizações pacíficas feitas até agora pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e sindicatos de jornalistas espalhados pelo Brasil. E também aos deputados que têm se disposto a criar uma nova Lei que regulamente novamente a profissão de jornalista.

Aproveito para divulgar a Manifestação Estudantil a Favor do Diploma de Jornalismo, que será realizada no dia 1º de julho de 2009 (quarta-feira), às 14 horas, em frente ao Bar do Choop no Centro de Maceió.

Hoje pela manhã, meio que de repente, me veio a memória um desenho animado que eu assistia quando era criança: Where on Earth is Carmen Sandiego, ou como eu prefiro chamar, simplesmente, Carmen Sandiego. Aí fui ao YouTube pra matar as saudades. Chegando lá, achei diversos vídeos de aberturas de desenhos animados. E como na próxima segunda-feira, dia 8 de junho, eu completo 20 anos, pensei em fazer este post em homengem aos DESENHOS ANIMADOS DA MINHA INFÂNCIA. Procurando por eles no YouTube, percebi que são bem mais do que euimaginava. Selecionei dez deles. Espero que vocês também matem as saudades.

 

1. Pra começar, aquele que me fez fazer esse post EM QUE LUGAR DA TERRA ESTÁ CARMEN SANDIEGO?

 

2. CAVALO DE FOGO

 

3. HE-MAN  

  

4. URSINHOS CARINHOSOS

  

5. Essa abertura é massa! O FANTÁSTICO MUNDO DE BOBBY

  

6. PUNK – A LEVADA DA BRECA

  

7. DOUG

  

8. THUNDERCATS

  

 9. DÊNIS – O PIMENTINHA

 

 10. E pra fechar com chave de ouro: FAMÍLIA DINOSSAUROS

 

Pois bem, criei esse TOP 10, mas muitos outros poderiam entrar nessa seleção. Ficaram de fora Os Jacksson, Capitão Planeta, Caverna  do Dragão e muitos outros. Quem sabe numa próxima, não é mesmo?

De uma coisa eu tenho certeza: Jesus me ama. E tenho certeza de outra coisa: Jesus te ama também. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus tanto AMOU o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna ” . E como Jesus e o pai são um só [Jo. 10:30], então Jesus me ama.

Lendo a Bíblia esta semana, uns trechinhos que me chamaram a atenção. É que os evangelistas fizeram questão frisar que Jesus amava algumas pessoas. Especificamente. Agora me lembro de algumas: uma foi o um rapaz que a Bíblia simplesmente o chama de “Jovem Rico” [Mc. 20:21 – Jesus olhou para ele e o amou]; outra foi o seu discípulo João [Jo. 21:20 – Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia]; e os outros que lembro são os irmãos Lázaro, Marta e Maria [Jo. 11:5 – Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro], e é deles que quero falar hoje. A história desses três irmãos é contada em João 11.

Começa falando que Jesus fica sabendo que Lázaro está muito doente. E Jesus amava a Lázaro. E Jesus podia fazer algo por Lázaro. Mas diz que Jesus, quando soube da notícia, ficou ainda dois dias onde estava. [Jo. 11:6 – No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava].

Mas por quê? Porque Jesus sabia que aquela doença não era para morte, e sim para a glória de Deus [Jo. 11:4 – Ao ouvir isso, Jesus disse: "Essa doença não acabará em morte; é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela"].

Quantas vezes nós pensamos que estamos sofrendo muito e que Deus não está fazendo nada por nós? Eu mesmo, várias. Acho que nosso amigo Davi [aquele dos Salmos que foi rei de Israel] também pensou assim algumas, tanto que nos próprios Salmos não são poucas as vezes que ele diz “Apressa-te, ó Deus, em me livrar; Senhor, apressa-te em socorrer-me” [Sl. 70:1]. Mas devemos lembrar que tudo está sob o controle dEle. É como eu sempre digo: Com Deus, no fim, nem que seja só no fim, tudo dá certo.

Temos que aprender a esperar pelo tempo de Deus, o tal do kairós. Estamos muito acostumados com o nosso chronos, o nosso tempo de horas, minutos e segundos contados. E nos desesperamos. Marta e Maria também se desesperaram quando o irmão delas morreu [Jo. 11:21 – Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se meu irmão não teria morrido. Jo. 11:32 – Tendo, pois, Maria chegado ao lugar onde Jesus estava, e vendo-a, lançou-se-lhe aos pés e disse: Senhor, se tu estiveras aqui, meu irmão não teria morrido.] Muitas vezes o que Deus quer é operar coisas maiores em nós. Curar é um grande milagre, mas ressuscitar é um milagre muito maior. Mas para ressuscitar é preciso morrer antes.

Então, vamos deixar Deus manifestar a Sua glória em nós e nos que estão ao nosso redor. Não impeçamos Jesus de fazer os Seus milagres pela nossa incredulidade [Mt. 13:58 – E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.], mas creiamos, como fez Marta [Jo. 11:22 – E mesmo agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá.]. Por que “sem fé é impossível agradar a Deus” [Hb. 6:11].

Lembremo-nos sempre que “Jesus disse: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá.” [Jo. 11:25-26].

Apesar do desespero das irmãs de Lázaro e do que muitos diziam, como “Não podia ele [Jesus], que abriu os olhos ao cego, fazer também que este não morresse?” [Jo. 11:37], como eu já disse aqui, com Deus, no fim, nem que seja só no fim, tudo dá certo.

Naquele dia Jesus pediu que o levassem ao lugar onde tinham sepultado o Lázaro. E já era o quarto. Imagino até a cara de nojo de Marta dizendo “Senhor, já cheira mal, porque está morto há quase quatro dias.” [Jo. 11:39]. Isso, minutos antes de Jesus mandar remover a pedra, orar a Deus e dizer “Lázaro, vem para fora!” [Jo. 11:43]. E então “Saiu o que estivera morto, ligados os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.” [Jo. 11:44].

Coisas assim podem acontecer nas nossas vidas também. Quantas vezes nos sentimos nós mesmos como mortos. Então, vamos escutar a voz de Jesus que nos diz vem para fora. Porque “se crermos, veremos a glória de Deus” [Jo. 11:40].

PS: A qualidade do video não é essas coisas todas, mas como o post foi sobre a história de Lázaro, acompanha esse clip da banda Oficina G3. A música é “Eu, Lázaro”.

Ao amanhecer João sempre abria sua janela. E dela ele costumava contemplar o parque que havia em frente ao prédio onde morava. Mas a paisagem ali não era mais a outrora. Agora João só conseguia ver coisas ruins. Num dia ele viu uma pessoa morta, estendida em frente à banca de revista do Seu Marcondes, que outro dia tinha sido roubado. Do outro lado do parque, na farmácia, ele via muitas pessoas doentes. E nos banquinhos muitos que traiam suas namoradas, noivas e esposas. Mesmo assim João continuava lá, só observando. Noutro dia, entre um grupo de pessoas que discutiam e outro de pessoas que só contavam mentiras, João conseguiu ver, lá ao longe, algumas pessoas que brincavam com as crianças e um moço que ajudava uma senhora a atravessar a rua. Mas estes gestos de bondade eram tão poucos, que mal apareciam naquele cenário. Realmente aquele parque não era mais o mesmo. João até queria ver mais dessas coisas boas, mais pessoas gentis e prestativas, que se importam com o próximo, mas da sua janela ele só conseguia ver as coisas ruins. Mesmo assim João não conseguia sair daquela janela. E continuava a olhar, a ver, a assistir a tudo aquilo. E dessa mesma janela João via outras pessoas que, como ele, assistiam essas coisas de suas janelas. E assim foi. Dia após dia.

Até que um dia João acordou e nem abriu aquela janela. Ele se arrumou, tomou consigo o tinha de melhor, desceu as escadas de seu prédio e enfrentou os que estavam ali no parque roubando, discutindo, mentindo, dando-lhes do seu melhor. Lá no parque ele se juntou aos que faziam coisas boas e percebeu que estes eram bem mais do que se podia observar da sua janela.

E sabe porque ele tomou essa decisão? Pois naquela manhã, ao acordar, pensou consigo mesmo “Se eu for ao parque hoje, e der o meu melhor, aqueles que estão nas suas janelas terão uma vista bem melhor”. Vamos sair das nossas janelas também.

Ah! Quase esqueci de contar uma coisa. O nome da janela do João é televisão.

PS: Esse texto é uma crônica [ou pelo menos se propõe a ser] que escrevi para a disciplina Oficina de Jornalismo Impresso 3.